sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Jane(la)tinoamericana Leo Masliah
por
Julieta Zarza
Leo Masliah é um humorista, músico e escritor uruguayo que conta com mais e 40 Cd editados em Uruguay e Argentina, quase tantos livrso e mas de 10 peças teatrais estreiadas.
hoje sem traduçao pois nao faría sentido...
E exlusibamente dedicado a Mauro o Palhazinho... "Horoscopos"
hoje sem traduçao pois nao faría sentido...
E exlusibamente dedicado a Mauro o Palhazinho... "Horoscopos"
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Muppets + Queen
por
Cauê Madeira
Parece que foi aniversário da morte do Freddie Mercury.
E esse vídeo é incrível.
Bohemian Rhapsody by Muppets.
E esse vídeo é incrível.
Bohemian Rhapsody by Muppets.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Sarau do Charles de novembro!
por
Cauê Madeira
Sim, amanhã é o dia. Vai ser uma loucura. Três mestres-de-cerimônias (eu sou um deles), muitas atrações (dança, palhaços, música) e aquela panaquice de sempre.Paguem quanto quiser para entrar!
A rua Jericó é uma travessa da rua Rodésia (na frente da Mercearia São Pedro, na Vila Madalena).
O Teatro da Vila faz parte do Colégio Maximiliano.
Espero vocês lá.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
NÓS NO DILÚVIO - leitura dramática
por
Rosani Madeira
Vou usar o Aspargos em causa própria e convidar a todos para a leitura da minha peça, Nós no Dilúvio.
Vai ser dia 24/11, terça, às 21 horas, no cabaré O Inflamável. Rua Maria Borba, 87 (perto da R. Maria Antonia, Consolação).
Direção: Bárbara Bruno
Elenco: Bárbara Bruno, Clovis Gonçalves, Vanessa Goulartt, Rafael Maia e Salete Fracarolli.
Apareçam! Só paga o que consome, o que não inclui a peça.
Ficarei muito feliz com a presença de todos, parceiros de blog e leitores.
(Após a leitura rola stand-up comedy e balada)
domingo, 8 de novembro de 2009
Crítica: 500 dias com ela
por
Cauê Madeira
Sábado eu assisti "500 Dias Com Ela" no cinema. Em inglês, "500 Days Of Summer" é um trocadilho bonitinho, pois a tal "ela" da história se chama, justamente, Summer. E aí summer em inglês significa verão, e então...Ah, vocês entenderam, né?
Bom, vou começar pela música. De fato, trata-se de um filme feito para jovens adultos moderninhos que gostam de Regina Spektor, The Smiths, Simon & Garfunkel, entre outros. Além de um The Clash e de um Pixies cantados pelos protagonistas no karaokê.
Comecei pela trilha sonora pois o diretor, Mark Webbs, é mais conhecido pelos clipes que dirigiu. Na realidade esta é sua estréia em longa-metragens. E não fez feio.
O filme recorta os 500 dias de relacionamento entre Tom -um rapaz apaixonado- e Summer - a garota que não acredita no amor - sob a perspectiva dele. Acompanhamos desde o primeiro dia em que se vêem, passamos pelo primeiro beijo, pelos momentos fofinhos, pelo fim do relacionamento e pelo pós-namoro e o que vem depois disso.
Ah, e o mais importante: não é uma história com final feliz. Mas não se preocupe, eu não estou contando o final. Quer dizer, estou, mas logo no começo do filme você já tem acesso a essa informação, então não estou estragando nenhuma surpresa.
A grande jogada do filme, fora as músicas - que por si só já são incríveis - é que trata-se de uma história apresentada de forma não-linear. Somos apresentados a um contador de dias o tempo todo. Começamos no dia 1, passamos diretamente para o dia 420, voltamos para o 37. E por aí vai. Desta maneira, aos poucos, vemos como foi o desenrolar deste relacionamento.
Há ótimas jogadas. Por exemplo, na cena em que Tom está muito feliz após ficar com ela (essa cena, surreal, é genial) e entra no elevador, que fecha a parta. Quando a porta abre, entretanto, a situação está diferente, pois o contador de dias pulou para o 437 e somos apresentados ao grande contraste de Tom no início do namoro e após o fim, quando ele está acabado e deprimido.
Genial e cruel a cena em que, após o fim do namoro, ele a reencontra. A tela é dividida entre duas cenas: o que acontece realmente e a expectativa do protagonista. É uma cena cheia de minúcias: na realidade Summer cumprimenta o rapaz com um abraço, na cena de expectativa ela o cumprimenta com um beijo. E temos diversos outros elementos, cruéis.
Como diz o cartaz, não é uma história de amor, mas sim uma história sobre o amor. É uma história clássica de "garoto conhece garota", mas apresentada de maneira tão interessante (a nã0-linearidade dos 500 dias) e com uma roupagem modernets (se passa no mundo da arquitetura, com cortes de cabelo legais e gravatas cools) que é difícil não gostar.
Eu gostei, chorei, ri bastante e sofri. É realmente um filme clássico de "garoto conhece garota", mas aborda esta temática de forma ultra criativa. O filme inicia com a seguinte declaração:
"O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você, Jenny Beckman. Vaca".
Esta mensagem do roteirista já nos mostra o que vem pela frente. Não um filme afetado, com clichês sobre o relacionamento. Mas um filme sincero, com todas as crises de ansiedade, equívocos da auto-estima e uma boa dose de humor que nos leva a desabar na tristeza nos momentos cruéis.
Se você acabou de sair de um relacionamento, deve assistir. Se você está feliz solteiro, deve assistir. Se você está estável e feliz namorando ou casado, deve assistir também.
Enfim, assista.
E por fim, o trailer. Em inglês, pois não consegui incorporar o legendado, que você vê aqui.
500 DAYS OF SUMMER - Intl. trailer C from PPC Film on Vimeo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
JANE(LA) TINOAMERICANA
por
Julieta Zarza
En el dia de todos los muertos musicas para morir...
Entao hoje janela e ponte ao memso tempo com voces "Puente celeste" ... que le aproveche!
... y la noche siempre le dará alimento a la herida,
se estremece y cálla su dolor otra vez
y la muerte es tan buena consejera en la vida
mejor cantar y merecer el baile del final.
Entao hoje janela e ponte ao memso tempo com voces "Puente celeste" ... que le aproveche!
... y la noche siempre le dará alimento a la herida,
se estremece y cálla su dolor otra vez
y la muerte es tan buena consejera en la vida
mejor cantar y merecer el baile del final.
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